“É preciso olhar para o papel da mulher de forma holística”, Adélia Zaulombo
Sobre o Dia do Destacamento Feminino, Adélia Zaulombo afirmou na última sexta-feira (04), que passados 55 anos da criação desta organização, é preciso olhar para o papel da mulher de forma holística.
A Primeira-secretária do Comité Distrital da FRELIMO em Vilankulo, que falava à margem das celebrações do 4 de Março, dia do Destacamento Feminino (DF), disse que “ao recordamos a data, não fazemo-lo por mero formalismo. É que, a mulher de 1967, aquela que instou a FRELIMO a integrá-la na luta de libertação nacional, representa uma inspiração contagiante para os jovens da actualidade, os responsáveis pela libertação económica de Moçambique e dos moçambicanos”.
Para Zaulombo, a celebração significa por um lado uma homenagem e, por outro, uma passagem de legado para a superação dos desafios que hoje imperam no desenvolvimento do nosso país.
A passagem dos 55 anos do DF toma um eco mais alto ainda pelo facto de coincidir com a celebração dos 60 Anos da criação da FRELIMO, por isso, há necessidade de refletir profundamente sobre o papel social da mulher para a mudança do paradigma de insegurança que o país vive.
“Tal como ontem, temos certeza que a mulher pode e muito bem dar o seu contributo para o fim das vicissitudes que beliscam o ritmo de crescimento da nação”, acrescentou Zaulombo, numa clara demonstração de equidade do género em todos os contextos da vida.
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