“Os protagonistas dos ataques armados agem como oportunistas para saquear e destruir bens alheios”, diz Vuma
O
sector privado moçambicano diz que os ataques armados nalguns pontos das
regiões do centro e do norte do país não podem ser vistos como estratégia de
pressão política, por se tratar de crimes que ceifam vidas humanas e
enfraquecem o desenvolvimento do país.
Para
Agostinho Vuma, Presidente da Confederação das Associações Económicas de
Moçambique, CTA, os protagonistas dos ataques armados, sobretudo no centro do
país, desvalorizam as conquistas da paz e agem como oportunistas para saquear e
destruir bens alheios.
Em
entrevista à Rádio Moçambique, Vuma disse olhar para o sector dos transportes
como sendo um dos que mais perde com as investidas dos homens armados.
Ombreado
aos recorrentes apelos do Presidente do República, Filipe Nyusi, relativamente
ao reforço do combate à Corrupção, o Presidente da CTA, aproveitou a ocasião
para convidar os empresários do sector privado para que, no presente ano,
distanciem-se da corrupção. (RM)

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